Um pouco mais sobre Kyoto – Japão

No programa anterior eu fiz um tour por Kyoto com o youtuber Hiro do canal Aqui pode, nós conhecemos o templo Kiyomizu-dera, o Castelo de Nijo e comemos no restaurante Fire Ramen, onde a comida literalmente pega fogo!

Depois fui servido por maikos, aspirantes à geikos, que é como são conhecidas as gueixas em Kyoto e participei de um show divertidíssimo onde pude mostrar minhas habilidades ninjas.

No programa de hoje eu conheci um pouco mais sobre a história de Kyoto, seus templos e santuários. Minha primeira parada foi no Tenryu-Ji ou “Templo do Dragão Celestial”, que é o primeiro no ranking dos 5 grandes templos Zen Budistas de Kyoto.

No caminho para o templo Otagi Nenbutsu-ji passei pelo Bosque de Bambus de Arashiyama. Uma floresta com uma paisagem de tirar o fôlego.

Quando cheguei no templo, conheci o monge responsável por lá e aprendi  sobre as estátuas ali existentes.

Depois conheci Fushimi Inarium santuário xintoísta famoso por possuir mais de 10 mil portais.

Fui de trem até a cidade de Nara onde alimentei veados no parque, entrei no templo Todai-Jio maior edifício de madeira do mundo, e por fim caminhei quase dois quilômetros para chegar no Kasuga Taisha santuário que possui mais de 3 mil lanternas doadas em sinal de fé.

Uma das principais atrações do distrito de Arashyiama, é a floresta repleta de bambus. Ao longo da trilha nós podemos ver mais de 50 tipos de bambus, alguns passando dos 20 metros de altura. O bosque fica na saída do templo Tenryu-Ji e é um ponto turístico adorado por todos. Então uma dica, chegue cedo, aqui os caminhos costumam ficar lotados!

Nara foi a primeira capital do Japão e hoje ela é o grande centro do budismo, e ainda possui muitas construções da época em que foi fundada.

Existe uma lenda local de um deus mitológico que veio visitar Nara montado em um veado branco. Aqui os veados são sagrados e antigamente quem os matasse encarava a pena de morte.

Com mais de mil anos de história o santuário xintoísta Kasuga Taisha  foi inaugurado em 768 e já foi reconstruído mais de 50 vezes.

As lanternas foram doadas ao longo dos anos por guerreiros samurais e pessoas comuns, como sinal de fé e gratidão e eram acesas todas as noites. Atualmente são acesas apenas três vezes ao ano: durante festivais.

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